O Oscar 2009 não está nem perto, mas as listas já começaram a sair. Algo me diz que vamos ouvir falar muito, mas muito mesmo, destes trailers abaixo.
No entanto, algumas coisas podem acontecer até fevereiro. Benjamin Button pode ser um fiasco; Australia pode ser uma babaquice de 130 milhões de dólares, algo no estilo Pearl Harbour; Revolutionary Road pode ser uma estrada sem saída com o mesmo assunto de Beleza Americana. Por outro lado, dificilmente Sean Penn deixará de ser notado; Mickey Rourke pode, enfim, estar voltando dos mortos; Stephen Daldry pode surpreender e Danny Boyle pode se dar bem em um dos filmes mais bem availados do ano. Frost/Nixon tem cara de filme político (!) e Doubt tem cara de filme com a Meryl Streep (!!).
Isso que eu nem mencionei o Clint Eastwood, que pode pegar o lugar de qualquer um desses simplesmente por ser… você sabe, o Clint, afinal de contas! E, que diga-se de passagem, acho um absurdo. Menina de Ouro foi uma piada, em compensação fiquei desconcertado com Sobre Meninos e Lobos. Mas, política é política e Clint é mestre no corpo a corpo, deixa o Obama no chinelo.
Lembrando que a disposição não tem nada a ver com a preferência dos acadêmicos, nem com a minha… tudo não passa de gossip… e das grandes!
Putz, no fim das contas, um post de trailers virou também um post de … posters! Enjoy!
Dia desses uma amiga me falava sobre Neuromancer, que eu ainda não li. Agora chega este cartaz da adptação para o cinema. Kurt Halfyard, do Row Three, diz que tem dificuldade de imaginar algumas passagens no filme na tela grande e mais dificuldade ainda de assimilar Hayden Christensen no papel principal. Sinceramente, depois de Jumper, eu também tenho dificuldade de aceitar qualquer coisa de Hayden Christensen. A previsão é 2009.
Cartazes de Burn After Reading, novo filme dos Irmãos Coen:
Alguns trabalhos de Saul Bass:
Como se pode ver acima, os novos cartazes para o próximo dos Coen traz uma homenagem significativa. Saul Bass foi muito mais do que um “fazedor de cartazes”. Ele praticamente definiu uma identidade visual diferenciada à todos os filmes que tinham algum toque do seu estilo. Trabalhou com alguns dos maiores cineastas de todos os tempos, mas seus trabalhos mais conhecidos são com Otto Preminger, Alfred Hitchcock e Stanley Kubrick.
Seu primeiro trabalho em Hollywood foi o design do pôster de Carmen Jones, de Otto Preminger em 1954. O cineasta ainda convidou Bass para desenvolver os créditos iniciais do filme e foi então que Bass captou a importância e a possível contribuição que a entrada do filme teria perante o espectador. Posteriormente Bass criaria os crétidos do polêmico O Homem do Braço de Ouro, também de Preminger. Neste filme, apoiado pela famosa trilha jazzística de Elmer Bernstein, o artista começava a criar um nome para si e a partir daí passaria a figurar em várias produções de Hitchcock como Um Corpo Que Cai, Psicose e Intriga Internacional. Por 40 anos Saul Bass inovaria em cada um de seus projetos que incluíram filmes como Spartacus, Os Bons Companheiros e Cassino.
Bass também criou a identidade visual de inúmeras empresas estadunidenses, e caracterizou seu trabalho pelo alto índice de reconhecimento visual e popularidade das marcas. Entre seus trabalhos nessa área destacam-se o logo e as identidades visuais da empresa telefônica Bell, da empresa de alimentos Quaker, da AT&T, da empresa aérea Continental Airlines e da gigante da comunicação Warner.
Créditos iniciais de O Homem do Braço de Ouro
Créditos Iniciais de Um Corpo Que Cai
Créditos iniciais de Psicose
O legado: créditos iniciais de Prenda-me Se For Capaz
Só para não passar batido, veja o presentão que o Papai Noel vai nos trazer no dia 25 de dezembro. Desse jeito eu começo a acreditar no bom velhinho.
The Spirit é baseado na graphic novel de Will Eisner, escrito e dirigido por Frank Miller. Além da Eva acima, estão no elenco Scarlett Johansson, Samuel L. Jackson, Jaime King, Paz Vega e Gabriel Macht como Denny Colt/The Spirit.